Escrito por Lidia Zafra Álvarez
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Atualizado:
Tradução e revisão para português de Sylvia García. A análise, os ensaios e a nota são da mesma equipa que assina a versão espanhola.

Oral-B PRO 750

É a entrada da gama PRO: traz o sensor de pressão e a limpeza 3D, mas fica-se por um único modo de escovagem.

Pontuação total
6,8
Modos de limpeza
6,8
Bateria
7
Acessórios
6,9

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Ofertas

Evolução do preço — Oral-B PRO 750

Preço verificado a 15 Set 2026 em 2 lojas · intervalo 30 dias: 41,00€–105,40€

Pros

  • Ergonómico e antederrapante

  • Preço acessível

  • Movimiento de cabeça de escova 3d

  • Inclui estojo de viagen

Contras

  • Motor de pôtencia limitada

  • Não tem bluetooth

  • Apenas 1 modo de funcionamiento

Informação adicional

Tecnologia de limpeza3D
Modos de escovagem1
Autonomia10 dias
Sensor de pressãoSim
Estojo de armazenamentoSim
BluetoothNão

Resumo

O Oral-B PRO 750 num relance

É a porta de entrada da Oral-B: limpeza 3D com o cabeçal redondo de sempre, um único botão, um temporizador que avisa de 30 em 30 segundos para mudar de quadrante e uma autonomia que chega às duas semanas. Para quem vem de uma escova manual, é o aparelho que faz o que tem a fazer sem pedir nada em troca. Há um só modo, limpeza diária, e não há bluetooth: neste degrau isso até joga a favor, carrega-se no botão e acabou.

O senão está no cabo. A Oral-B trocou a borracha antiderrapante das séries anteriores por um plástico liso, e isso paga-se em cada escovagem: com a mão molhada, o cabo escapa-se logo ao pegar-lhe. Não é um pormenor de acabamento, é o defeito que lhe custa a nota.

A nossa avaliação: 6,8

Análise detalhada

Tecnologia e limpeza

É o mesmo sistema que sobe por toda a gama: o cabeçal redondo oscila, roda e pulsa à volta de cada dente. Com menos voltas do que os modelos de cima, mas com a distância em relação a uma escova manual intacta, que é o que interessa neste degrau. Quem chega de uma manual nota-o na primeira escovagem. O que aqui não existe é o travão de pressão, aquele que abranda o motor quando se carrega demais, e essa é a fronteira real com o Oral-B PRO 3 3000, não um modo extra.

Pegar-lhe na mão

O aparelho complica a vida a si próprio precisamente aqui. O cabo é de plástico liso, sem a banda de borracha das séries anteriores, e na casa de banho, com a mão e o cabo molhados, escorrega. Não é coisa de uma escovagem solta: repete-se de cada vez que se pega nele, e pesa mais do que qualquer outro senão do modelo. Enrolar um elástico ao cabo é o remendo caseiro a que se recorre para devolver a aderência que já não vem de fábrica, o que diz tudo sobre a peça que falta. O Oral-B Vitality170, que fica logo abaixo na nossa tabela e é um modelo bem mais modesto, mantém o cabo e o botão de borracha.

E há um segundo assunto: o botão. Está afundado, custa encontrá-lo às cegas e é preciso carregar três vezes para desligar. Para uma mão com alguma artrose ou com pouca força, isso deixa de ser um incómodo e passa a ser uma barreira.

O ruído, e o aviso que assusta

É das escovas mais ruidosas de toda a nossa comparação de escovas de dentes elétricas, com um tom mecânico e áspero, mais perto de um corta-relva velho do que de uma escova de dentes. Não afeta a limpeza, mas num aparelho que se liga duas vezes por dia, à primeira e à última hora, numa casa de banho pequena acaba por se notar.

E o aviso dos 2 minutos merece parágrafo próprio porque desorienta: em vez de um apito, o motor dá uma série de solavancos que soam exatamente a um aparelho a ficar sem bateria. À primeira vez parece que se avariou.

A força cai antes de a carga acabar

No papel, duas semanas, e na prática o número aguenta-se. O que acontece é que se o deixar descarregar por completo, a potência cai bastante antes de o cabo parar, por isso a sensação de que limpa menos chega antes do aviso. Esperar pelo piscar vermelho significa ter andado a escovar fraco uns quantos dias, e isto não aparece em ficha técnica nenhuma. Estes aparelhos também já não aguentam o que aguentavam os Oral-B de há uns anos.

O outro pormenor da carga é o carregador, que continua a ser o de dois pinos de sempre e ocupa a tomada inteira, não é USB. Numa casa de banho com uma única tomada livre, obriga a escolher.

O que vem na caixa, e porque convém olhar duas vezes

Aqui é preciso olhar para a referência que se compra. Conforme o pack, o estojo de viagem vem ou não vem, e as fotografias do anúncio nem sempre correspondem à referência que se leva: o conteúdo real vê-se na descrição do pack, antes de pagar. Com os cabeçais passa-se o mesmo, o número muda consoante a versão. É a parte que mais convém verificar, porque a referência com estojo e a que vem sem ele não custam o mesmo.

a escova de dentes elétrica da Oral-B ao lado do seu estojo de viagem

Versões: qual é a referência que hoje chega

Esta análise corresponde ao Pro Series 1, que é a referência que a Oral-B vende hoje neste degrau e que substitui os antigos PRO 600 e PRO 750. Em relação a esses, ganha autonomia e perde a borracha do cabo, que é precisamente o senão que aqui lhe custa a nota.

Por cima fica o PRO 3 3000, que acrescenta o travão de pressão que aqui falta. É esse o salto que muda alguma coisa a sério, mais do que qualquer modo extra.

A quem vale a pena

Encaixa em quem vem de uma escova manual, quer a limpeza 3D sem se meter em modos e não tem intenção de gastar mais. Não o recomendo a quem tenha pouca força na mão, porque o cabo e o botão jogam contra, nem a quem lhe pese o ruído numa casa de banho pequena à primeira e à última hora do dia. Nesses dois casos, o degrau seguinte da própria marca traz o travão de pressão e não faz este barulho, embora convenha saber que o cabo também não leva borracha.

6,8

A nossa avaliação final

Comparado com o degrau seguinte da Oral-B, este limpa praticamente igual: mesmo cabeçal, mesma mecânica, e a diferença real é o travão de pressão que ali abranda o motor e aqui não existe. Se o orçamento manda e se vem de uma escova manual, cumpre o objetivo inteiro e custa bastante menos.

O que inclina a balança para o degrau seguinte não são os modos, é esse travão e o facto de não soar a maquinaria velha. Aqui a mão joga contra: o cabo escapa-se molhado e o botão pede três toques. É por isso que este fica na parte de baixo da nossa tabela em vez de ser a recomendação óbvia para quem está a começar.

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