Redatora, responsável pelos ensaios e pela qualidade dos conteúdos. Bacharelato em Turismo pela Universidade de Sevilha (2002), técnica em Prevenção de Riscos Profissionais e com ampla experiência profissional nas áreas da medicina estética, da odontologia e da ergonomia. Especialista em…
Gold Standard de Optimum Nutrition
É a mesma Gold Standard da outra ficha desta lista, no chocolate com avelã, um sabor que mudou de fórmula e saiu a perder.
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Preço verificado a 12 Set 2026 em 1 loja · intervalo 30 dias: 104,99€–108,99€
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Pros
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O mesmo pó da Gold Standard da outra ficha
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Sem óleo de palma depois de mudar a fórmula
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Há um formato de 450 gramas para provar o sabor
Contras
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O sabor de avelã mudou de fórmula e saiu a perder
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Dois meses e meio com o mesmo sabor na de 2,27 kg
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Há na gama um sabor com melhor historial
Índice de conteúdos
Informação adicional
| Tipo | |
|---|---|
| Ração | 30g |
| Proteína/Ração | 24g |
| Calorias | 113Kcal |
| Tamanho da embalagem | 450gr, 900gr, 2 kg, 3 kg y 4,5 kg |
| Sabores | 11 |
Resumo
Esta é a mesma proteína que analiso noutra ficha deste comparativo, a Gold Standard da Optimum Nutrition, aqui no sabor de chocolate com avelã. Por isso aparecem as duas neste comparativo e não é engano: o pó é o mesmo, e o que muda de uma referência para outra desta marca não é a proteína, é o sabor e o tamanho da embalagem. Neste, o sabor mudou de fórmula, e é aí que as duas se separam.
A Gold Standard em chocolate com avelã num relance
São os mesmos 24 gramas de proteína por porção de 30, os mesmos BCAA e a mesma dissolução sem grumos da Gold Standard de sempre, no sabor de chocolate com avelã.
A diferença para a irmã deste comparativo está no sabor: este sabor foi reformulado e sabe-me hoje mais plano e mais doce do que o nome promete. Quem quiser a Gold Standard sem discussão de sabor fica melhor servido pela outra ficha; esta compensa a quem gosta de avelã e não traz de trás a receita antiga como termo de comparação.
A nossa avaliação: 7,4
Análise detalhada
Tudo o que a Gold Standard faz bem fá-lo também aqui, porque é o mesmo pó: mistura-se em duas voltas de shaker, não deixa sedimento, entra depressa a seguir ao treino e não fica pesada no estômago. Isso está contado na ficha da Gold Standard deste mesmo comparativo, e o que trago aqui é o que muda de uma para a outra, que é o sabor, e o que isso implica quando a embalagem que se leva para casa tem mais de dois quilos.
O sabor de agora não é o de antes
O chocolate com avelã foi reformulado, e o que se vende hoje não chega ao que era para quem conhecia o anterior. Sabe-me mais plano e mais doce, longe do que o nome sugere.
Vai na linha da mudança geral da marca, que tirou o óleo de palma e acertou os edulcorantes. O rótulo melhorou e o sabor, neste caso concreto, piorou. Quem chegar agora de novo não estranha nada; quem voltar ao fim de um par de anos, sim. É daí que vem a diferença de nota entre esta ficha e a irmã.
O que continua igual
Convém não perder de vista o básico, porque está intacto: absorção rápida, mistura limpa e boa tolerância. Com água fria no shaker desfaz-se em segundos, não faz espuma e não deixa restos no fundo. Os gases que possam aparecer são os próprios de um derivado do leite, não um defeito do produto.
E em relação qualidade-preço continua competitiva quando aparece em promoção.
Este sabor, e o que tem melhor historial
Esta ficha analisa o sabor e o formato concretos desta referência, chocolate com avelã. A mesma proteína existe em mais de vinte sabores e em tamanhos que vão de menos de um quilo a mais de dois, e é aí que está a decisão a sério: a fórmula não muda, o sabor muda, e o preço ao quilo cai bastante na embalagem grande.
Se o que procura é a Gold Standard sem mais nada, é a outra ficha deste comparativo que a analisa sem esta ressalva, e dentro da gama o sabor extremo de chocolate com leite é o que tem o historial mais sólido. Este de avelã é o que se pensa duas vezes.
Dois meses e meio com o mesmo sabor
Esta ficha corresponde à embalagem de 2,27 quilos, e a trinta gramas por dose são cerca de setenta e cinco doses, setenta e uma pela conta do fabricante, que ajusta pelo que o doseador pesa de verdade. A uma dose por dia, dois meses e meio.
Nesta ficha esse número pesa mais do que nas outras da lista, porque é justamente o sabor o ponto discutido. Comprometer-se com mais de dois quilos de chocolate com avelã reformulado não é o mesmo que fazê-lo com a embalagem de 450 gramas, que são quinze doses e servem para ver se a mudança de receita lhe faz diferença.
A marca mantém essa escala de tamanhos precisamente por isso, e numa gama de mais de vinte sabores é a forma sensata de proceder: experimentar em pequeno e repetir em grande só com o sabor que convence. Aqui o preço ao quilo do formato grande é tentador, mas é o que mais castiga se o sabor não entrar. Os selos e a data de validade vêm impressos no rótulo desta embalagem, que é onde se verificam antes de a abrir.
A nossa avaliação final
A proteína é a mesma da outra ficha desta lista, uma das mais bem avaliadas do comparativo, e comporta-se igualmente bem no copo, por isso como produto não há nada a objetar: dissolve-se, entra depressa e não fica pesada.
O que lhe baixa a nota é o sabor, que mudou e não para melhor. Se quer esta marca e não tem uma preferência por avelã, é a outra ficha deste comparativo que compensa; se gosta de avelã e chega agora de novo, esta cumpre, e a embalagem de 450 gramas é por onde começar antes de se comprometer com dois meses e meio.
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